Diálogo no relacionamento afetivo
- Ana Carolina Ribeiro

- 11 de dez. de 2021
- 2 min de leitura

O tema “Diálogo no Relacionamento afetivo” é importantíssimo numa era na qual a liquidez das relações humanas é exponencial e a disseminação dos aplicativos de relacionamento nos impele cada vez mais a tratar o outro como bem de consumo: se não me serve, eu troco. Escolho outro no menu.
Mas como será que podemos reverter esse processo em prol da construção de relações mais sólidas? Bora refletir juntos!
Primeira lição: brigar nunca leva a um bom resultado, mas pode acontecer. Achar que precisa trocar de parceiro só porque teve a primeira briga também não é o segredo da felicidade conjugal.
Antes de escolher seu parceiro, dê uma sondada em como foi seu término anterior. Esse relato pode trazer muitos insights sobre onde você estará se metendo.
Uma vez escolhido o parceiro, é preciso se preparar para acolher diferenças, negociar concessões e conversar MUITO. É isso que vai fazer com que vocês evoluam.

O jeito que somos criados gera em nós especificidades inimagináveis que só se tornam visíveis quando nos comparamos com outra pessoa. Eu, quando me casei, descobri que ele não tomava iogurte com colher de sobremesa, mas de chá. FOI CHOCANTE!!!!
Segundo o professor DeRose, autor do livro "Método para um Bom relacionamento afetivo" no qual me inspirei para construir esse post, " a estratégia mais inteligente usada pelas pessoas bem sucedidas é pensar com a cabeça do outro".
Para isso, é preciso aprender a ouvir sem julgar. Conversar é maravilhoso, mas discutir a relação, JAMAIS! É desgastante e NINGUÉM MERECE um parceiro louco das DR.
Finalmente: a melhor maneira de prender alguém, é soltando. Achar que você vai "consertar" seu parceiro brigando com ele e fazendo cara feia cada vez que ele faz algo que te desagrada, está enganado. Esse tipo de atitude só afasta o outro de você, gerando bad vibes e frustração para todo mundo!




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